quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

No futuro, "processadores fotônicos" poderão trabalhar à velocidade da luz

a velocidade da luz é o limite – se algo ultrapassar esta barreira, dobras no tempo e espaço podem se formar. E por que não substituir as ligações feitas por fios por conexões que trabalham a esta velocidade? Idealizado por Jelena Vuckovic, professora da Universidade de Stanford (EUA), um pequeno componente de silicone promete funcionar como um tipo de prisma.


Desenvolvido para “dividir” e direcionar luz, a peça pode fazer com que elétrons (carregados por fios) sejam substituídos por fótons (que se comportam também como onda). “A luz pode carregar mais informação que um fio, e menos energia é consumida pelo transporte de fótons do que pelo transporte de elétrons”, explica a cientista.
Peça de silicone capaz de se comportar como um tipo de prisma.
Grosso modo, significa que o componente de silicone separaria ondas de luz – função esta semelhante à executada por um prisma. Os sulcos da pequena peça são cunhados de tal modo que o envio de diferentes comprimentos de onda em diferentes direções se torna possível (este fenômeno é conhecido como “ligação óptica”).
Um conjunto dessas ligações seria capaz de gravar uma sequência de dados a fim de criar redes mais elaboradas para a manipulação de feixes de luz. A intenção da pesquisadora é criar, assim, computadores que funcionem à base de processadores fotônicos. É claro que tudo não passa de idealização – mas o projeto, por ser teoricamente possível, enxerga no futuro condições importantes de desenvolvimento.
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